Tempo, tempo, tempo…

Como já falei antes, estava no Brasil. Mais precisamente na minha cidade natal que é Teresina. Quem é brasileiro sabe que é uma das cidades mais quentes do Brasil. No dia que viajei St. Louis me deu de presente uma neve linda. Eu nunca tinha visto (porquê morando em Teresina, né amiga… hahaha) e fiquei feito boba no meio da rua, me molhando toda e querendo fazer vídeos e fotos pra mostrar para os meus amigos. A primeira preocupação foi: como me vestir pra neve aqui e pro calor em Teresina?! Espaço na mala e bagagem de mão eu praticamente não tinha, mas a minha amiga Carol tinha encomendado um casacão super pesado e eu resolvi ir vestida nele pra poupar espaço na mala. Claro que depois que cheguei ao aeroporto tive que dar um jeito de colocá-lo na bagagem de mão. Saí daqui usando uma blusa de manga comprida (que tinha acabado de ganhar de Natal do maridinho) e assim que desembarquei no RJ já senti MUITO a diferença. Fiquei só imaginando: se aqui está assim imagine no PI né?! Vocês acreditam que o ar condicionado do aeroporto internacional do Rio estava desligado? Pior! Tinha um aquecedor naqueles túneis que nos levam até o avião. Juro que não queria reclamar do meu país, mas desse jeito fica difícil. Ainda bem que chegando em Teresina tive uma recepção calorosa de verdade. Não, nem me importei com a temperatura. O aeroporto estava cheio de pessoas queridas, que gritaram meu nome quando apareci, que fizeram cartaz, que levaram apitos e “foguetes” (aqueles de confete), que transformaram o bagageiro de um carro em uma mesa de delícias brasileiras e me proporcionaram um jantar típico em pleno aeroporto! Eu tenho uma família maravilhosa!! E como sinto falta dessas reuniões por aqui… AInda bem que o Skype é um santo milagroso! Todo mundo me perguntava se eu estava pra morrer de calor, todo mundo! E pra minha surpresa eu não estava me incomodando com as temperaturas marcadas nos termômetros. Outras coisas eram mais importantes. E, sinceramente, eu enfrento qualquer sensação térmica pra ter aqueles momentos que tivemos. Depois de um mês, voltei para o frio. Cheguei mais forte e resistente. Ao frio, às tempestades, ao gelo. Mas essa força vai além das temperaturas negativas.

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