Lavanderia americana

No meu antigo prédio tinha 3 máquinas de lavar roupa e 3 de secar. Já nesse só tem uma de cada, ou seja, é muito ruim quando tem muita coisa pra lavar. Depois que minhas visitas foram embora e eu recebi a notícia que iria pro Brasil percebi que passaria o dia inteiro indo e voltando no porão pra lavar tudo que tinha. Além disso, quando comecei a lavar veio outra pessoa e deixou as coisas dela lá em cima da máquina, como quem diz: sou a próxima. Por isso, decidi ir à lavanderia que fica bem pertinho de casa. Eu queria conhecer, mas não tinha oportunidade. Coloquei todas as roupas de cama, toalhas, roupas acumuladas e fui! Chegando lá tem que comprar o cartãozinho da lavanderia e carregar. Só custa 45 centavos e você vai adicionando crédito. O preço da lavagem varia de acordo com o tamanho da máquina que você usa e, no caso dessa lavanderia, as roupas que eram lavadas lá podiam ser secadas de graça. É só inserir o cartão em cada máquina que ela já desconta o valor da lavagem e mostra o saldo.  Você pode levar seu sabão ou comprar lá (que na minha opinião não vale a pena). Cheguei de tardezinha e não tinha quase ninguém, mas depois foi chegando mais gente e tarde da noite fica lotado!! Pra passar o tempo enquanto sua roupa lava e seca eles disponibilizam wi fi grátis, televisões, pin ball e video game. Parecia o “play” do shopping. hahahaha Posso não ter dado sorte mas as roupas não ficaram bem secas. As máquinas de secar dos dois prédios que usei demoravam 45min cada “rodada” mas lá só eram 10min. Eu achei que por serem maiores talvez fossem mais potentes, mas precisei programar a máquina várias vezes e mesmo assim ainda cheguei com coisa molhada fria em casa. Valeu a experiência, mas só volto em casos extremos. Enquanto for pouca coisa dá pra eu me virar com a máquina do prédio.

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Natal em Teresina

Vovó ficou com saudades e fez um lanche pra recepcionar a mamãe e minha prima que chegaram de viagem. Era comecinho de dezembro e a pergunta que não queria calar era: e a Carol não vem mesmo passar o Natal? Eu já tinha avisado que estava sem condiçõe$$ de ir. Também deixei claro que não iria sozinha, pois não era justo com o Jr. Então nessa reunião na casa da vovó em Teresina começaram a procurar por passagens pra nós dois. Eu estava na loja entregando meu notebook pra consertar quando minha irmã e uma prima começaram a mandar mensagem, ligar no facetime e tudo que era possível pra falar comigo o mais rápido possível. Não dava pra atender na hora por isso minha irmã resolveu me dar as boas novas por mensagem mesmo. Minha tia deu as passagens de ida de nós dois e a mamãe e a vovó dariam a volta. Foi uma confusão danada (no bom sentido) com as datas e passagens porque como era usando milhas não eram todos os dias que tinha vaga. Na mesma noite a gente já tinha passagem pra passar o Natal em casa (valeu, Nessinha!). É ou não é muita sorte de ter nascido nessa família? Mamãe saiu daqui de STL num dia e só chegou no outro em Teresina e eu fiquei de “luto”. Acordei tão triste no dia seguinte ao que elas foram embora, senti falta do nosso café da manhã e de noite eu já era outra pessoa! A gente sorria do nada e ficava dançando e cantando que ia pra THE. Quem imagina uma cena dessas? Eu e Jr pirando! kkkkkk No final das contas o Jr passou quase um mês em Teresina e eu fiquei um mês e meio. Foi muito bom rever a família e comer tooodas aquelas comidinhas deliciosas. Inclusive no Natal não deixei patê de frango pra ninguém (né, tia Lu?). hahahaha E assim que cheguei já fui trabalhar ajudando a mamãe. Tá certo que no primeiro dia eu só dormi na poltrona e minha irmã que trabalhou, mas depois eu ajudei muito também. :D Passada a fase do aperreio na Doce Vício eu e minha irmã só acordávamos quase na hora do almoço, ficávamos de bobeira em casa, comíamos kreps e churros de tarde no shopping e de noite ainda saíamos pra lanchar. Foram muitos dias felizes assim e no final ainda fiquei de babá da vovó na academia. Como sempre, foram dias intensos e que passaram voando mas voltei mais feliz do que fui. É muito bom estar em casa.

Saidinha com os amigos de escola e Jr.

Saidinha com os amigos de escola e Jr.

Nosso Natal tradicional na casa da vovó, ela quem arruma tudo!

Nosso Natal tradicional na casa da vovó, ela quem arruma tudo!

Comendo kreps depois de assistir "O cravo e a Rosa". Esse pedi pra vir com muita borda!

Comendo kreps depois de assistir “O cravo e a Rosa”. Esse pedi pra vir com muita borda!

E de sobremesa um churros misto. Claro que engordei, né? :D

E de sobremesa um churros misto. Claro que engordei, né? :D

Passamos o Reveillon em casa mas não deixamos de comemorar!

Passamos o Reveillon em casa mas não deixamos de comemorar!

Comemoração dos 20 anos da minha irmã e a mesa de delícias e belezas feitas pela mamãe.

Comemoração dos 20 anos da minha irmã e a mesa de delícias e belezas feitas pela mamãe.

Por último, minha despedida!

Por último, minha despedida!

Voltei!

Minha temporada de um mês no Brasil foi maravilhosa. Agora voltei e estou com muita saudade. Chorei no aeroporto em Fortaleza, chorei em Brasília (porquê pensei: agora vai, tô saindo do Brasil), chorei em Miami (parecia que ainda tava no Brasil, porque lá né…enfim) mas abri um sorriso enoooorme quando cheguei aqui e vi quem tava me esperando. Jr teve que voltar 10 dias antes por causa do início das aulas e eu resolvi ficar mais um pouquinho. Ninguém sabia, dei a notícia durante a Ceia de Natal e acharam que eu ia dizer que tava grávida. kkkkk No vôo mais longo (BSB-MIA) sentei ao lado de um jovem casal de médicos e ficamos conversando a viagem inteira, adorei. Ficamos juntos até a hora deles embarcarem pra NYC. Depois que o Jr voltou aproveitei para ir ao litoral piauiense com meus pais e aproveitar mais deles dois mesmo. Estava tudo muito calmo e foi ótimo. Tomei banho de mar todos os dias com o papai e um dia a mamãe resolveu ir também. Há tempos não fazíamos isso juntos. Nem sou muito ligada à essa coisa de energias, mas acho que renovamos mesmo as nossas durante os dias que ficamos na praia.

Trouxe uma caixa com arroz (o daqui não é igual), feijão, leite Ninho (aqui tem mas é difícil pra achar e mais caro), Toddynho, flocão de arroz e milho (amo cuscuz), fécula pra fazer beiju, Nescau e outras coisas. No aeroporto de Brasília me chamaram no sistema de som porquê disseram que não conseguiram descobrir o que eu estava levando na caixa, então eles tinham que abrir. Quando cheguei em Miami, cadê a caixa?? Só achei minha mala. Depois pedi informações e achei-a. Na hora de reembarcar minha bagagem despachada fui encaminhada pra um outro raio-x que eles passam apenas quem acham suspeito. Eu estava tranquila porquê sabia que o que tinha nas minhas coisas não era nada proibido.

Na imigração foi super tranquilo. Entrei por Miami e o agente foi muito simpático. Sorridente e praticamente não fez perguntas.

Ontem eu ainda tava muito cansada dessa peregrinação por aeroportos, mas hoje já estou melhor e fiz beiju pro café da manhã e também preparei o almoço. Tenho que arrumar a casa e desfazer minhas malas (inclusive a do Jr, que ainda hoje ele nem mexeu). Aos poucos a bagunça que está aqui vai sumir (assim espero) e os posts voltarão normalmente. :)

Farmácia.

E aí quando você sai do hospital tem que comprar o remédio né? Nem sempre… Quando se sai tarde da noite, sem carro e sem farmácia perto fica difícil. Então você tá pensando: pede um delivery. E quem disse que isso existe aqui? Aliás, me decepcionei com os deliveries  da cidade, ou então ainda não me achei. Mas deixa isso pra lá, pra um outro post talvez. Voltando à história da farmácia. Aluguei um carro para ir à farmácia mais próxima de casa, porquê não tem nenhuma que dê pra ir a pé e se fosse de táxi iria pagar 3x o valor do aluguel. Chegando lá dei as receitas no balcão, a pessoa perguntou pelo cartão do plano de saúde e a que horas eu ia buscar. Eu já fiquei desconfiada: como assim que horas vou buscar?? E ‘num’ é na mesma hora não? Daí eu fiz uma coisa que odeio não gosto, respondi com outra pergunta: A que horas fica pronto? Ela falou que demorava só de 15 a 20 minutos. Ok, resolvi esperar na farmácia e ela disse que chamariam meu nome no sistema de som. Aproveitei pra dar uma olhada nos desodorantes pra ter certeza que por aqui eles não gostam dos aerossóis. Já coloquei na lista de compras brasileiras desodorantes desse tipo pro ano inteiro! Depois de meia hora ouvi o “Da Silva” (sobrenome do paciente Jr :P) pick-up e fui receber. Chegando lá, a mulher fala: ah, são dois remédios né? Só um está pronto. E eu preocupada com o aluguel do carro perguntei de novo quanto tempo demoraria, mais 15 minutos.  Liguei logo pro Jr extender a reserva pra gente não pagar multa. Depois de uns 20 minutos não me chamaram e eu já fui pra fila de receber e pagar, pra ver se adiantava o processo. O remédio ainda não estava pronto, mas pelo menos o caixa era simpático e foi tentar agilizar. Ah, detalhe: quando estava na fila olhei pro lado e vi um dos medicamentos do Jr na prateleira de remédios que  não precisava de receita. Quando finalmente o segundo remédio ficou pronto, o caixa me chamou de novo (eu fui pra fila de novo, porquê achei que era falta de educação só ficar lá do lado esperando), foi passar este tal remédio viu que não tinha sido aprovado ainda pela farmacêutica e disse que demoraria apenas 2 segundos pra ela fazer isso. Acontece que a farmacêutica estava hiper ultra mega atarefada, com telefone fixo, celular e aprovando medicamentos tudo ao mesmo tempo. Passados 10 minutos (que eram pra ser 2 segundos) o caixa simpático volta e diz que ela encontrou um problema na receita e por isso não podia autorizar, se eu quisesse saber o que era pra ir em outra janelinha conversar com ela. Minha gente que complicação é essa pra DOIS remédios? Parece farmácia de manipulação, mas pelo menos quando vamos lá sabemos que não fica pronto na mesma hora. A uma hora dessas eu não tinha mais tempo pra esperar e certamente não entenderia o que ela tinha pra me dizer, daí fui embora só com um remédio, devolvi o carro atrasada e ainda paguei multa. Dois dias depois o Jr recebe uma ligação da farmácia com uma gravação dizendo que o bendito estava pronto. Agora tá lá, porquê o Jr foi em outro médico, que passou outros remédios e ele comprou sem complicação numa outra farmácia.
*Assisti “Amanhecer – parte dois” e adorei! Já comentei que não sou muito crítica pra filme, né? Além do que sou romântica (mais do que o esperado hahahaha) e adoro filmes fofos.

*A melhor coisa é supermercado 24h! Além de ser beeem mais tranquilo na madrugada, eu posso ir pra um lugar que fecha cedo, deixar o Jr em casa (porque quando ele vai fica “aperreando” pra ir embora e eu nem olho as coisas direito) e só depois ir curtir essa parte de ser dona de casa. Namoro com flores e até pimentões, volto feliz da vida! hahahaha

UPDATE

Amanhã teremos uma festinha em comemoração ao ThanksGiving na aula de inglês. Cada pessoa leva um prato, que pode ser típico do seu país. O que eu levo???? Que não seja difícil e tenha os ingredientes aqui. Cuscuz e beiju não rola. kkkkk Brigadeiro também não!!

Dona de casa – parte 2.

Algumas pessoas ainda me perguntam se tenho uma faxineira, por isso resolvi fazer esse post. Aqui nos EUA só quem tem muuuito dinheiro é que tem faxineira/secretária, cozinheira e jardineiro. Não é nosso caso (nem da maioria dos americanos), por isso a faxina fica por conta dos moradores da casa. Já vi vááárias vezes meus vizinhos cortando a grama e agoando seus jardins. Entretanto, as ferramentas utlizadas são mais modernas do que as usadas no Brasil e facilitam muito a vida de quem cuida de casa. Pra cortar a grama os vizinhos usam uns carrinhos enormes e bem potentes (quando terminam eles mesmo juntam os ‘restos’ e colocam em sacos específicos pra isso, inclusive tem uma coleta só para esse tipo de lixo uma vez por semana). Por menor que seja o jardim sempre vejo irrigadores fazendo o serviço do jardineiro com a mangueira. Dessas duas tarefas estou livre, porque como moro em apartamento alugado pela Universidade eles que são responsáveis por isso. Mas o pior serviço é dentro de casa. Sempre li blogs que falam dos produtos de limpeza milagrosos americanos, que só não tem a casa limpa nos EUA quem é preguiçoso, que isso e aquilo. Agora vou contar pra vocês o que EU acho disso tudo. No Brasil, só peguei em vassoura e pano de chão quando trabalhei por dois meses (e a área que limpava era só do tamanho de umas da sala de casa), também só passei roupas durante esse período. Nunca tinha limpado banheiro, nem cozinha, nem sala nem nada. Cheguei aqui jurando que a vida de dona de casa seria facílima, afinal os produtos aqui são milagrosos né? Eles realmente são bons, mas só fazem milagres se você souber usar, e como eu não sabia nada dessas coisas de limpeza ainda estou aprendendo a melhor forma de deixar a casa limpa. Eu tenho vários produtos mas nem sei pra que cada um realmente serve (na embalagem todos servem pra tudo, mas é impossível isso né??), vou testando um de cada vez e vendo qual desempenha melhor função em cada lugar. Infelizmente, não tenho um manual dizendo: “use isso e isso ali, o modo de usar é esse” então só com a prática é que a vida de dona-de-casa vai ficar mais fácil. As janelas são de vidros mas são duplas, ou seja, tem uma janela pelo lado de dentro e outro pelo lado de fora, mas se fosse só isso tudo bem. Pra limpar os dois lados era só abrir uma de cada vez e limpar, o problema é que tem uma tela entre as duas e as janelas são muuuuito velhas, por isso estão emperradas e eu não consigo abrí-las. Desse jeito só consigo deixar a parte de dentro limpa e fico “agoniada” vendo o sujo do lado de fora!!! O piso do apartamento é de madeira, exceto na cozinha, banheiro e no mini-corredor que liga esses dois espaços. Já vi que não posso limpar a madeira com pano molhado, mas não tenho o aspirador de pó + rodo que vendem por aqui (foi um erro, comprei uma vassoura e um rodo pelo preço de uma máquina dessas, estou esperando os dois estragarem pra comprar), então passo pano de chão mesmo. Mesmo assim sinto que ainda fica sujo, seja  um fio de cabelo ou uma poeirinha que não consegui mandar embora. Será que com essa máquina eu vou ter a sensação de estar tudo limpíssimo e impecável? Pela propaganda sim, vamos ver na vida real. O banheiro não tem ralo, ou seja, não dá pra limpar jogando água porquê ela não tem pra onde escorrer. Acho muito nojento só varrer e passar o pano, por isso comprei um escovão pra esfregar o piso mas ele não é muito bom ou então tô usando errado (e tem como? parece…). Além do mais tem uma banheira do “tempo do ronca” e que eu não faço a mínima ideia se estou limpando certo ou errado. Passo lá um produto, um paninho e pronto. Será que alguém (que alugou antes ou que vai alugar depois da gente) ainda tem coragem de ficar de molho nela? Esse apartamento é da universidade e alugado por vários estudantes há anos, eu hein, Deus me livre. A cozinha é a parte que mais suja e tenho a mesma sensação do banheiro, por isso ontem peguei uma bucha velha de lavar louça e esfreguei o chão (do banheiro também). Depois passei o pano. Tenho certeza que esse não é o jeito mais usado e recomendado pelos americanos, mas entrei nesse ramo de dona-de-casa a (é a ou há? fiquei em dúvida :P) pouquíssimo tempo. O armário da cozinha é velho também e mesmo limpando eu acho que ele solta poeira. hahaha Não coloco nada na parte inferior nem nas gavetas dele.  Por aqui, até o jeito de lavar louças é diferente. A maioria tem uma máquina pra fazer isso, mas quem não tem utiliza o método da imersão (que é tampar uma pia, colocar o detergente e todas as louças, depois retiram uma a uma e terminam de lavar na pia ao lado). Agora que começamos a utilizar essa tática, mas desenvolvi uma alergia ao detergente e não estou podendo lavar louças. O Jr ficou com essa tarefa, o problema é que ele não tem muito tempo. Já contei pra vocês que não tem máquina de lavar e secar roupas dentro do apartamento, então temos que ir lá fora e colocar. É chato, ainda mais que elas só funcionam com moedas de 0,25 centavos. Eu queria mudar de apartamento, poderia ser até um menor, mas que fosse mais novo, na mesma vizinhança e tivesse as coisas pra facilitar a vida de dona de casa (triturador de alimentos, máquinas de lavar louças, lavar roupas e de secar). Já andei pesquisando no site da universidade mas só tem disponíveis, por enquanto, apartamentos maiores, mais longe e, consequentemente, mais caros. Enquanto não compramos um carro ficamos por aqui, vale pela localização.

Detalhes.

No último post da Lorna ela falou sobre scam aqui nos EUA (é bom ir lá pra entender melhor) e lembrou que meu cartão de crédito americano foi clonado. Daí lembrei de alguns detalhes que ia comentar com vocês mas esqueci.

Há umas duas semanas o Jr recebeu um email do Bank Of America contando que nosso cartão estava temporariamente bloqueado por suspeita de fraude. Ficamos sem entender porquê naquele dia não tínhamos nem feito compras. Pra desbloquear era preciso ligar ou acessar a página específica no Banco Online. Tentei online mas não deu certo, aparecia a mensagem que aquele serviço não estava disponível para nosso cartão. Nosso celular é pré-pago, porquê era a melhor opção para recebermos chamadas internacionais. Justo nesse dia os créditos expiraram e pra recarregar era preciso usar o cartão de crédito no site da companhia. Ou seja, ficamos sem saber o que havia acontecido até o dia seguinte. Quando o Jr chegou no banco falaram pra ele que tentaram fazer uma compra no valor de mil dólares com o nosso cartão e imediatamente cancelaram o antigo e mandaram um novo que chegou uma semana depois. Não sabemos como fizeram isso, mas é só pra falar que todo cuidado é pouco. Até aqui que achamos que não existe nada de ruim.

Quando contei da enroscada com a menina da Síria esqueci de falar que passamos por uma rua e falei pra ela dobrar à esquerda, pois tinha quase certeza que a estação do metrô era ali. Mas como estávamos perto da casa dela, ela preferiu ir lá e perguntar pro porteiro onde era. Detalhe: lembram que eu falei que fiquei na parte de trás do estacionamento e quando cheguei na entrada dele reconheci a rua? Então, era a mesma que tínhamos passado antes e que eu tinha falado pra ela dobrar.
Até hoje estamos no dilema TV x Internet, Jr nunca tem tempo de resolver e/ou esquece quando tem… A boa notícia é que ontem deixaram na porta daqui um aviso dizendo que vinham ajeitar um probleminha que acharam na inspeção que fizeram assim que viemos pro apartamento. Então vamos aproveitar e resolver de vez essa questão!

Tem dias que a casa está uma verdadeira zona, um monte de louça pra lavar, roupas espalhadas, cama por fazer e tudo mais que há de desorganização numa casa. Confesso que ainda estou uma dona de casa relapsa, ainda não sei direito como organizar tudo e fazer com que fique arrumadinho sempre mas estou mudando. Hoje mesmo não tem nenhuma roupa espalhada, a cama arrumada e as louças estão TODAS limpas. Já vi que o tempo é o melhor remédio/professor. Por isso de vez em quando fico pensando: imagine se eu tivesse sofá, mesinha de centro, um montão de copos e o resto de coisas que toda casa tem… Todo lugar é feito de armário, então imagina a bagunça! Já comecei a pesquisar os preços de sofá e das outras coisas mas ainda não tá fazendo falta nem sobrando dinheiro pra isso, então vamos adiar mais um pouquinho. Minha meta é até Março ter tudo arrumadinho, quando vou receber minha primeira visita (mamãeeee). Daqui pra lá já estou mais experiente nessa coisa de dona-de-casa. hahaha

Dando notícias.

Essa semana praticamente não sai de casa. Antes de ontem fui ao Centro andar sozinha mesmo, Jr tava na aula e depois ainda tinha seminário… Fiquei horas dentro de um supermercado “gourmet” que achei por lá e paquerei com muitas coisinhas. No Brasil eu não costumava ver muitas miniaturas das coisas, tipo shampoo, condicionador, essas coisas. Tanto é que foi meio difícil fazer minha necéssaire de viagem, mas ainda bem que eu tenho uma prima super antenada e prevenida que me deu as dicas (ela me deu até o álcoozinho em gel, valeu Lóra!). Aqui em todos os supermercados e farmácias sempre têm a sessão dos minis e eu fico curiando o quê tanto tem por lá! Mesmo sem viajar fico querendo comprar só porque são bonitinhos. hahaha A iluminação desse supermercado é toda diferenciada e a parte da padaria é melhor  do que todos que já fui. Depois fiquei caminhando pelas ruas de lá, só sentindo o ventinho e olhando o arco. A coisa tá começando a apertar pro Jr e ele só tem tempo de estudar mesmo. :(  Ontem ele teve que ir fiscalizar prova na universidade, ano que vem ele tem que lecionar. Final de semana tá chegando, mas ainda nem pensamos em nada diferente pra fazer. Tô sentindo tanta falta da comida brasileira, dos bolos e salgadinhos da mamãe… até tentei fazer mas não deu certo. Acho que pelo menos vou emagrecer desse jeito. Hoje entramos oficialmente no outono! ÊÊ!! Tem dias que esfria mais um pouco e nossos casacos estão começando a ser usados com mais frequência. Bom final de semana pra vcs!

Um mês de EUA!!!

Eu estou pensando: eita mês que passou rápido! Mas quem ficou no Brasil acha isso também?! hahaha O post de hoje é de comemoração, mas vou contar alguns segredinhos (até ontem) daqui. O primeiro é que na maioria das noites eu fico morrendo de saudade da minha família, querendo que eles estivessem acordados até a hora que vou dormir. Já chorei olhando fotos e ouvindo músicas e tô toda manteiga derretida (quem diria!). Achei que o Jr ia demonstrar mais dengo do que eu, mas olha como as coisas mudam… Quando eu tô assim “poquinha” como ele chama ele me pergunta: e tu ainda não quer voltar pro Brasil? Eu digo que não, eu gosto daqui, mas eu queria poder trazer todo mundo comigo. Impossível, mas não custa nada sonhar. Quem sabe quando mamãe e papai se aposentarem eles não venham morar com a gente ou viver viajando e sempre nos visitando… Eu e Jr sempre fomos muito apegados com a família. Eu nunca tinha passado muito tempo fora de casa, ele já tinha passado dois meses, por isso acho que estou num processo de adaptação mais lento. O tempo mais longo que passei foi quando viajei e passei vinte dias fora. A saudade parece que não foi nada, afinal eu já sabia que dia ia voltar e vê-los e sentir o cheirinho deles de novo. Aqui não sei quando volto, se volto, por quanto tempo vou vê-los. Às vezes me pego pensando no que eu vou fazer quando chegar em Teresina de novo. E voltando à pergunta do Jr, ainda é cedo pra decidir o futuro. Apesar de todos os problemas que o Brasil tem quando alguém me pergunta da onde sou respondo com todo orgulho que sou brasileira. Parece que todo mundo ama meu país e sempre diz coisas boas sobre ele. Estamos vivendo, sem dúvida, um período de crescimento, experiência e realização pessoal. Tudo que sempre sonhamos foi estar aqui e agora estamos! Por isso que o Jr passa horas e horas estudando. Eu sinceramente não consigo ainda. Vou pra biblioteca, pra minhas aulinhas de inglês, estudo um pouco em casa e só. Por enquanto. ;) Aprendi muitas coisas nesse primeiro mês: cozinhar, limpar o banheiro, a casa, mexer na máquina de lavar (kkkk nunca tinha mexido antes) e secar, organizar minhas nossas roupas e sapatos e assim vai indo… Percebi também que os americanos não são do jeito que todo mundo fala, grosso, sem coração, “nem aí” pros outros. Eles são bem simpáticos, prestativos, se importam sim com você maaas não ligam se você anda de cabelo raspado ou rastafari. Essa é uma das coisas que gosto aqui: liberdade pra ser diferente. Muitas coisas não conhecia no Brasil e aqui tenho a oportunidade de ver sempre, então acabo dando mais valor ao conhecimento. Também falavam que aqui não tinha o famoso jeitinho brasileiro, mas tem sim! EU até fui beneficiada com isso no dia da minha matrícula de inglês. O que não tem é o jeitinho errado… Sim, eles são impressionados com segurança e está certo! Carros de polícia são vistos toda hora (dia ou noite) fazendo ronda, em cada esquina (às vezes até uma distância menor) tem um botão de emergência que você aperta e espera ser atendido. Apesar da comida comum ser o hamburger e empanados tem muita gente que se preocupa com a saúde e alimentação, por isso vemos muitas pessoas fazendo corrida de dia e de noite. Agora temos responsabilidades e não podemos nos esquecer de pagar as contas (que por sinal já começaram a chegar). Tudo que compramos vai pra nossa tabelinha de gastos. Não podemos começar nossa vida financeira desorganizada. Ainda temos muito o que aprender e conhecer nessa cidade! Andando de carro pude perceber o quão grande é esse lugar. Vamos explorar muito o local que estamos vivendo e suas redondezas. Outra coisa desse tempo é que parece que casei há um mês (já passaram três meses!!). Antes de vir nos dividíamos entre a casa da mamãe e da minha sogra. Agora temos a nossa casa, a nossa cama, o nosso armário, as nossas bagunças e principalmente, nossos horários!! Ficamos acordados até a hora que achamos necessário, levantamos na hora que queremos, almoçamos um cardápio que nós escolhemos, enfim, temos agora uma vida de casados de verdade.  De vez em quando rola uma discussãozinha por causa da baguncinha do marido ou do estresse da esposa, mas nada que dure muito tempo. Ainda bem! hahaha Eu amo demais a pessoa que escolhi viver. Às vezes ele nem vê mas eu fico observando-o enquanto estuda, o jeito que ele canta, que ele coça a cabeça, que ele fecha a boca, tudo! Aí quando não aguento ficar só olhando vou lá e sento no colo dele. hahaha É como eu falei pro Jr: nem parece que somos casados, parece um casal de namorados que resolveu morar juntos. Espero que seja assim a vida inteira!  De presente de um mês ganhamos um feriado! Oba, vamos ao shopping ver as promoções e se finalmente compro meu tênis da academia. Estamos muito felizes aqui, porém com saudade de vocês.

P.S.: Giesse, coloquei mais montagem de fotos aqui porque tu pediu! Saudade. :)

Sobre St Louis

Muita gente me pergunta que horas são aqui e percebi que ainda não falei quase nada sobre a cidade que estou morando. Pois bem, St Louis fica no estado do Missouri, ao lado do Illinois, a mais ou menos cinco horas de Chicago (é o lugar perto mais conhecido). Não é perto da maioria das cidades turísticas e que todo mundo conhece aqui dos EUA. Estamos no meio do país, então também não é tãããão longe de qualquer uma delas (considerando que eu poderia estar morando numa ponta ‘desconhecida’ desse enorme EUA). Aqui tem um arco enorme na entrada da cidade e quando joga o nome daqui no Google é a primeira coisa que aparece, mas ainda não fomos conhecer. Antes de vir, pensei que veríamos muuuitas igrejas evangélicas, porém estamos com dificuldade de achar e chegar numa Igreja Batista, porque é muito longe da nossa casa. O sistema de transporte público não é tão eficiente assim; o metrô quase não tem paradas, ou seja, em qualquer lugar que alguém desça as chances de ainda andar uns 15 a 20 minutos para se chegar ao destino são grandes. Não vejo muitos ônibus e o Jr viu no google maps que o que leva pra Igreja, por exemplo, só passa de 40 em 40 minutos, então se perdeu…já era porque o metrô não passa pelo Centro (???). Descobrimos que a universidade empresta (aluga) carros para estudantes por um preço melhor que as locadoras. Quando vamos ao supermercado pegamos o metrô mas voltamos de táxi porque não temos condições de trazer tuuudo na mão. Esse gasto é o mesmo de alugar esse carro ‘da universidade’ por uma noite (de 18h às 8h da manhã). A gente tem direito de andar 200 milhas e não paga combustível, muito bom né? Estamos esperando a aplicação do Jr ser aceita para usufruir desse benefício. Por enquanto não temos dinheiro pra comprar nem uma televisão imagine um carro. kkkkk Não temos sofá, nem mesa na sala, mas estamos felizes assim. Agora a palavra da vez é: economizar! Falando nisso, o supermercado ainda está saindo um pouco caro porque estamos comprando aos poucos tudo que precisamos, mas como aqui tudo é tamanho família e só somos dois tem coisas que vão durar mais de um mês. Por exemplo: sal, sabão, detergente, limpa-banheira (ebaaa, acheeei!!), fósforo, arroz, macarrão, entre outras mil coisas. Como eu sempre digo, aos poucos tudo vai se normalizando e entrando nos eixos. Somos marinheiros de primeira viagem em relação a assuntos de casa, cometemos alguns erros mas com eles aprendemos. Por exemplo: comprei uma vassoura e um rodo que foram muuuito caros e poderia ter comprado um ‘aspirador de pó’ típico dos EUA que é como se varrese e passasse o pano ao mesmo tempo. Teria facilitado minha vida, porque não tem rodo igual no Brasil, comprei um que gira 360º e quando penso que não ele vira sozinho. hahahaha Descobri que o triturador de comida está realmente com problemas, porque  com a ajuda de outra blogueira descobri que o interruptor ao lado da luz é dele e quanto ligo não funciona. Vamos no lugar onde pegamos a chave do apartamento para sabermos se já estava ou se nós que ainda não aprendemos a usar (vai que depois eles colocam culpa na gente de ter quebrado). Domingo merece almoço especial, então fui atrás de uma receita fácil, gostosinha e que me fizesse comer com os olhos também. Na receita dizia que só era pra eu colocar a carne na frigideira quando tivesse saindo fumaça. Ok, esperei e deu certo!! Quando estávamos almoçando uma sirene começou a tocar dentro do apartamento (da outra vez era na rua), no mini-corredor que liga a sala à cozinha. Tocou uma vez e parou, demorou uns 30 segundos e começou de novo, parava e começava de novo, até que uma hora não parou mais. Uma hora dessas eu já estava apavorada e dizendo pro Jr ir bater nos vizinhos pra perguntar o que era aquilo. Ele não achou ninguém, mas antes de ir ele ligou o ar condicionado (já disse que é na tubulação né?) e quando voltou a sirene tinha parado. Depooois Jr descobriu que era o alarme de incêndio que tinha tocado.A cozinha tava cheia de fumaça e tinha que ligar o exaustor (que é ligado tb na mesma hora do ar) pra parar de tocar!!!! kkkkk Ontem fomos pro supermercado e pedimos pra trocar nossas notas de um dólar por moedas de 0,25! Nossas roupas estão felizes que hoje vão ficar cheirosinhas!! Falando nisso, compramos um ferro e uma tábua de passar… Arranjei mais um dever de dona de casa pra fazer. heheheAlguns ainda não sabem como vou viver aqui, por isso, vou explicar. Antes de virmos ganhamos muitos presentes em dinheiro e algumas coisas de casa, então já tivemos uma ajudazinha. Nem eu nem o Jr trabalhamos (nosso visto F também não permite), mas ele ganhou uma bolsa da WUSTL (não tem vínculos com o Brasil) e isso será nosso sustento. :p Na hora em que ele foi matriculado o plano de saúde da universidade foi feito pra ele e como ele é estudante ‘só’ paga 10%, mas eu tenho que pagar 100%. :(

Housewife.

Às terças e quintas o Jr não terá aula nem no minicurso nem quando as aulas do doutorado começarem. Ainda bem! Assim ele pode ficar mais tempo aqui comigo, mas ontem não foi o caso, infelizmente. Ele ainda teve que ir na universidade resolver algumas pendências (papelada por cima de papelada) e fiquei sozinha em casa. Até que não foi tão ruim assim. Porém se ficar todo dia durante esses quatro anos eu enlouqueço, mas por enquanto estou de férias. hahaha Acordamos bem tarde e o almoço estava programado pra ser um salmão, quando fui abrir o pacote vi que do lado de trás ainda tinha pele. :( Eu tentei tirar mas não consegui, o peixe é muito mole descongelado e se desfaz quando pego, por isso devolvi pro congelador e outro dia tento ‘descascar’ enquanto ele ainda estiver frio. Aí eu tinha tirado só isso do congelador e se eu fosse tirar outra coisa pra descongelar só comeríamos no jantar! Expliquei a situação pro Jr e ele falou que eu podia fazer só um omelete e grelhar duas linguiças que não tinha problema. Mas e pra mim? Eu não gosto nem de linguiça muito menos de omelete. hehehe Já tinha uma receita de purê nos  meus achados no blog (panelaterapia.com) e fui fazer. O Jr ama e eu também, mais uma opção pra incrementar o almoço dele. Peguei o arroz que já tinha pronto e acrescentei ervilha e ralei cenoura pra ficar mais gostosinho. Tinha umas bananas aqui quase estragando então resolvi tentar empanar sem usar farinha de pão, não deu muito certo, mas como eu gosto da fruta adorei mesmo assim. Jr também gosta de salada e um dia desses ele comeu uma no shopping e amou. Fui tentar imitar e deu certo!!! Quando ele chegou só viu o omelete, arroz e UMA linguiça, já foi logo perguntando porque só fiz uma. hahaha Mostrei o elemento surpresa pra ele (purê) e a salada, os olhos brilharam. kkkk Ele aprovou e disse que estava realmente tudo ótimo, e ele não falou só pra me agradar, disse que ficou impressionado porque estava tudo uma delícia. Ainda bem! Pelo menos na cozinha estou desenrolando, bagunçando muito ainda mas pelo menos tá dando certo. De tarde iríamos devolver o suplemento que ele comprou porque ele não gostou mas aí o cochilo do almoço já foi tarde, ele estava cansado de tanto andar de bike (pense no atleta! :P) e ficamos aqui mesmo. Pro jantar tinha um ravioli no congelador e fui fazer com um molho, mas foi pouco e ficamos com fome ainda. hahaha A parte ruim de cozinhar são as louças depois… Aqui também não tem tanque nem uma torneira grande pra lavar qualquer coisa como no Brasil, fui tentar lavar pano de chão e prato mas não deu certo. Vou ter que gastar esse 1 dólar. :( Ainda não sei muito sobre limpeza então ainda não sei como deixar a banheira bem branquinha, da próxima vez que for ao supermercado vou procurar algum produto específico pra isso. Tudo aqui tem o que eles chamam de bleach (deixar mais branco) então acho que vou conseguir tirar a mancha que tá na banheira. Ainda não fui conhecer nenhum ponto turístico da cidade, não faço muita questão de ir muito menos o Jr mas a verdade é que eu estou tentando economizar até na passagem do metrô, no fósforo, em tudo… fico morrendo de medo de acabar o dinheiro e a mamãe não ta aqui pra me salvar. :p Ainda não sei quanto será nosso gasto fixo mensal, por isso que estou receosa. Ainda não consegui economizar na comida e fico com dó de jogar qualquer resto que seja fora. Estou pesquisando supermercados mais próximos de casa, mas ainda não achei. Mudando de assunto… no Brasil só temos rodovias, ruas e avenidas e tá ótimo! Aqui tem Road (por exemplo Clayton Road), Parkway Forest Park Parkway), Highway, Drive (Memorial Drive), Street (ainda não vi nenhuma aqui), Boulevard (Skinker Blvd) e Avenue (Kingsland Ave). A rua que moro é Ave(nue) e não é uma avenida (não na minha concepção brasileira) então ainda não entendi as diferenças de uma definição pra outra e também não sei pra quê tantas. O tempo já está começando a mudar. O calor já não está no mesmo nível de Teresina (ufa!) e eu passo o dia no ar condicionado então não estou suando muito. Passo o dia com ele ligado porque não é na energia, é uma tubulação que ‘joga’ o ar em cada cômodo da casa (inclusive no banheiro!), assim quando o tempo tiver frio é só a gente ligar o aquecimento e a casa  vai ficar toda quentinha. Em todos os lugares a gente vê escadas de emergência. Já vi até na parte da frente do prédio. Eles são mais preocupados com a segurança do que com a aparência, não estou dizendo que seja certo ou errado, só comentando. A cidade é toda acessível; as entradas do metrô, todos os lugares da universidade, as calçadas, as passagens de uma rua pra outra, enfim, tudo! Exceto nosso prédio. :( Ainda bem que moramos no primeiro andar e só temos cinco degraus pra subir. Falar em ruas a gente vê esquilo em todo lugar. Aiii, como são lindinhossss!! Eu ainda não me acostumei e fico besta olhando e mostrando pro Jr (parecendo o papai quando vê uma raposa lá perto de casa :)). Acho lindo os bichinhos correndo de uma árvore pra outra.

ps: se alguém souber como tirar a pele do salmão me ajuda ae! :P